Parque Histórico do Mate

O Parque Histórico do Mate é uma unidade da Secretaria de Estado da Cultura ligada ao Museu Paranaense.

Está localizado no município de Campo Largo, ocupando 31,7 hectares de extensa área verde com árvores nativas, lago, área de lazer e edificações. A edificação principal, onde está instalado o Museu, é o resultado de restauração de antigo Engenho de Mate, construído na segunda metade do século XIX.

No museu do Parque Histórico do Mate estão expostos objetos que descrevem o processo de produção da erva-mate, assim como demonstram sua importância na vida paranaense, desde o tempo em que era bebida apenas dos indígenas.

Também fazem parte do conjunto dessa exposição permanente o barbaquá e o barracão que contêm objetos de transporte da erva-mate.

Informamos que o museu do Parque Histórico está temporariamente fechado à visitação.

Informações: (41) 3304-3300

Localização:
Rodovia BR-277, km 17 - 83606-400 - Campo Largo - Paraná - Brasil
Telefone: (41) 3555-1939

Endereço para correspondência e contatos
Parque Histórico do Mate / Museu Paranaense
Rua Kellers, 289 - Alto São Francisco
80410-100 - Curitiba - Paraná - Brasil
Telefone/Fax: (41) 3304-3300 / Fax: 3304-3317
E-mail: museupr@pr.gov.br



Histórico da Erva-Mate


Os primeiros a fazerem uso da erva-mate foram os índios Guaranis, que habitavam a região definida pelas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, na época da chegada dos colonizadores espanhóis. Da metade do século XVI até 1632 a extração de erva-mate era a atividade econômica mais importante da Província Del Guairá, território que abrangia praticamente o Paraná, e no qual fora fundado 3 cidades espanholas e 15 reduções jesuíticas.


A erva-mate foi classificada em 1820 pelo botânico francês Saint-Hilaire, após observar os ervais nativos em uma fazenda nas proximidades de Curitiba. Na preparação da erva-mate destacam-se duas fases distintas: a primeira no erval, a segunda nos engenhos. O preparo do mate nos ervais inicia-se com a colheita, feita a facão ou a foice, transversalmente de baixo para cima. A hora propícia a esta operação influencia na qualidade do produto, pois é necessário que as folhas do mate não estejam molhadas pelo sereno, devendo a colheita ser realizada nas primeiras horas de sol.O sapeco sucede ao corte e pode ocorrer de duas maneiras distintas: manual e mecânica. Deve impedir a fermentação das folhas e evitar que o mate perca seu aroma natural. O sapeco manual, realiza-se na área do erval, e se dá no mesmo dia do corte. Consiste na rápida passagem dos ramos da erva-mate sobre as chamas de uma fogueira. Após o sapeco manual ocorre o quebramento da erva-mate, a separação dos ramos dos galhos grossos, que são empilhados em forma de feixe. O sapeco mecânico consta de um grande cilindro (de ferro ou de arame), em posição inclinada, onde a erva desgalhada entra pela parte superior, e graças a seu movimento giratório sai sapecada na parte inferior, devido ao ar quente que circula no seu interior, provocado pelas chamas acessas embaixo. Após o sapeco, o mate passa pela secagem definitiva no carijó ou barbaquá. O carijó é uma instalação de madeira, coberta de tábuas ou telhas, abertas dos lados. Os feixes de erva sapecada são colocados sobre um jirau de varas e submetidos ao calor provocado por uma fogueira acessa em seu interior. No barbaquá a erva fica disposta num estrado de madeira sobre a boca de um túnel que conduz o calor produzido por uma fornalha situada na outra extremidade. O que diferencia o carijó do barbaquá é que nesse último a fogueira não fica acessa diretamente sobre os ramos, evitando o contato da fumaça com a erva. Depois da secagem, a erva-mate é triturada ou cancheada, utilizando-se a força humana ou animal. O processo do uso da força humana, a erva é colocada sobre um corpo de boi ou armação de madeira e triturada por facões de pau, com 1,20 m de comprimento, recebendo beneficiamento final nos pilões manuais. A erva-mate resultante é peneirada e então denominada cancheada, constituindo a matéria prima utilizada nos engenhos de beneficiamento. A erva sapecada no engenho recebe o beneficiamento final através do sistema de soque, movido a água ou a vapor, recebendo após a classificação em tipos comerciais. O acondicionamento da erva-mate pelos indígenas se fazia em cestas de taquara. A partir do século XVI, passa a ser acondicionamento em surrões (invólucro feito em couro de animais). Essa embalagem, típica da exportação para o Uruguai e Argentina, apresentava a vantagem da impermeabilidade do material que preservava o conteúdo durante longo período. A partir dos meados do século XIX, os surrões são substituídos pelas barricas de pinho, fabricadas em serrarias ou em oficinas artesanais. Com a utilização das barricas, intensifica-se o uso de rótulos que eram nelas aplicadas para a identificação do produto. Eram utilizados nas barricas para distinguir o engenho, marca e tipo. Os rótulos expostos nas barricas circularam no Paraná entre 1892 e 1921, sendo alguns impressos em Curitiba e outros encomendados em São Paulo e Rio de Janeiro. O consumo da erva-mate se faz de duas maneiras distintas: sob a forma de chimarrão ou chá. Para o consumo do chimarrão, utiliza-se cuia (purungo), bomba e chaleira com água quente. O chá é a bebida feita da infusão da folha do mate e pode ser consumido quente ou frio. A erva-mate manteve-se como principal produto paranaense durante o período entre a Emancipação Política do Paraná (1853) e a Grande Crise de 1929, chegando a representar 85% da economia paranaense. As mudanças que ocorreram nos meios de transporte se intensificaram com o desenvolvimento da economia ervateira a partir do século XIX. A erva-mate era conduzida pelo homem, do lugar da colheita até o engenho, através do raído - fardo de erva-mate que chegava a pesar 200 Kg.




Inicialmente o transporte da erva-mate do planalto para os engenhos litorâneos realizava-se em lombo de muares, na época do tropeirismo.







As carroças, de origem européia, foram introduzidas no Paraná pelos imigrantes poloneses, ucranianos e alemães. Puxadas por seis ou oito animais, conduziam o mate dos engenhos do planalto até os portos de embarque em Antonina e Paranaguá.





Em 1882 inaugura-se a navegação a vapor no Rio Iguaçu, por iniciativa de Amazonas de Araújo Marcondes. Os maiores vapores transportavam oitocentos sacos de erva-mate, em média. Em 1885, com a inauguração da Ferrovia, ligando Curitiba a Paranaguá, esta se tornou a principal via para o escoamento da erva-mate destinada à exportação.




Os trens substituíram os carroções puxados por animais e, posteriormente, os caminhões tornaram-se o principal meio de transporte do produto. Em Curitiba, os bondes de tração animal e as charretes conduziam a erva-mate do engenho à estação ferroviária.








Consumo e Exportação da Erva-Mate


Até o início da Primeira Guerra Mundial, o mate manteve-se como o esteio econômico do Paraná, sendo após superado pela madeira que assume a condição de principal produto comercializado no Estado. Na época, o Paraná contava com mais de 90 engenhos destinados ao beneficiamento da erva-mate, sendo exportado sobretudo para o mercado platino.

Atualmente, o Estado do Paraná apresenta 176 municípios ervateiros, distribuídos em 11 núcleos regionais de administração. São eles: Campo Mourão, Cascavel, Curitiba, Francisco Beltrão, Guarapuava, Irati, Ivaiporã, Pato Branco, Ponta Grossa, Toledo e União da Vitória.

Os principais consumidores internos do mate brasileiro são os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Durante a década de 1970, o Rio Grande do Sul apresentava-se como o principal estado produtor do mate brasileiro. A partir dos anos 70 o Paraná aumenta sua participação na produção nacional, sendo hoje o principal estado produtor, seguido por Santa Catarina.

As exportações do mate brasileiro cancheado e beneficiado destinam-se principalmente para o Uruguai e a Síria, nossos principais mercados. A erva-mate atualmente é exportada de várias maneiras: cancheada, beneficiada, solúvel e em extrato/essência/concentrado.

A maioria da erva-mate ofertada hoje provém do processo mecânico, onde todas as operações são efetuadas automaticamente e em pouquíssimo tempo, desde o sapeco até o empacotamento do produto. Ainda em uso, o processo manual vem sendo abandonado gradativamente. Para o pequeno produtor conseguir atingir as vantagens do processo mecânico, o sistema de cooperativa é o meio mais viável, pois diminui o preço das instalações fazendo-se o cancheamento mecânico em conjunto.

Além das tradicionais destinações da erva-mate (chimarrão, chá, refrigerante), começa a crescer a utilização da erva na indústria química (tintas e resinas, medicamentos, desinfetantes e outros produtos), embora essa utilização seja ainda reduzida, além de sofrer concorrência de outras matérias-primas.

A erva-mate é submetida a normas legais para o processamento industrial, desde a área produtiva até atingir o consumidor final. São estabelecidas pelo Governo Federal, através do Ministério da Saúde e do IBAMA e pelo Governo do Estado do Paraná, através da Secretaria da Saúde e da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. A portaria nº 118, de 12 de novembro de 1992, do IBAMA regulariza a exploração e a comercialização da erva-mate. A exploração da erva-mate deve seguir técnicas que visem aumentar a produção de folhas e diminuir os danos aos ervais. Acerca da comercialização (bruta, semi-elaborada ou beneficiada), a portaria estabelece os seguintes tipos e padrões: bruta verde, cancheada não padronizada, cancheada padronizada, cancheada padronizada semi-elaborada e beneficiada (chimarrão ou chá).

A erva-mate destinada ao mercado interno deve apresentar na embalagem a identificação do fabricante, o número de registro no IBAMA e a menção do nome, tipo e padrão do produto.

A erva-mate destinada ao mercado externo deve obedecer, além de à legislação nacional, àquela relativa às relações comerciais internacionais.

As pessoas físicas ou jurídicas envolvidas no beneficiamento e/ou comercialização da erva-mate são obrigadas a fornecer ao IBAMA anualmente, até 15 de fevereiro, informações sobre o consumo e a produção.


Rótulos Utilizados nas Barricas


Os rótulos eram confeccionados pelo processo litográfico em vários tamanhos e cores e utilizados nas barricas para distinguir engenho, marca e tipo.

Os rótulos abaixo circularam no Paraná entre 1892 e 1921, sendo alguns impressos em Curitiba e outros encomendados em São Paulo e Rio de Janeiro.






     


     


    


   


     



Confecção Artesanal de Barricas



O processo de confecção artesanal de barricas - demonstrado pelo senhor João Ribas, no Parque Histórico do Mate, em 28 de junho de 1996 - compreende duas fases:

* preparação das aduelas
* montagem da barrica.

Na preparação das aduelas emprega-se a madeira bruta, de pinho, que será lascada em partes por uma machadinha. Uma vez seccionada a madeira, faz-se seu beneficiamento, ou seja, a preparação das aduelas.

Esse processo é desenvolvido no banco de tanoeiro (uma armação de madeira dotada de mecanismo de fixação das aduelas), servindo-se de instrumentos de corte.

Inicialmente utiliza-se a raspilha reta nas bordas e na parte externa da aduela. A seguir, com a raspilha convexa, trabalha-se a parte interna.

É com esse trabalho das raspilhas que se faz o abaulamento das barricas. À medida que se faz o raspilhamento da parte interna da aduela, o tanoeiro a força continuadamente contra o banco de tanoeiro para sentir a resistência do bojo, ao dobrar a aduela na montagem da barrica. Depois, as aduelas passam na plaina de cavalete onde se dá o acabamento (alisamento) das bordas, para se poder juntar perfeitamente umas às outras. Completa-se a primeira fase do processo.

Passa-se, então, para a segunda fase, isto é, a da montagem da barrica, que tem início com a escolha do jogo de forma de arcos, de acordo com o tamanho da barrica. Esse jogo é um conjunto constituído de 4 a 5 arcos de aço, rígidos, que servirão de medida para a confecção, mais tarde, dos arcos definitivos, de fitas de metal.

Selecionado o jogo de formas, a operação de montagem tem início com a ajuda de um grampo de madeira, que é encaixado no primeiro arco. As aduelas são, a seguir, justapostas uma ao lado da outra dentro dessa forma de arco. O grampo é utilizado como se fosse a primeira aduela, sendo retirado quando a última for colocada.

Em seguida, é colocada a segunda forma de arco, próxima ao bojo. As diferenças entre as aduelas vão sendo acertadas com o auxílio de uma marreta e um batedor de arcos (feito de madeira, para não estragar a forma), que ajudam na fixação das aduelas. O alinhamento das aduelas é obtido batendo-se com a marreta na borda inferior e tocando com os dedos na parte superior.

Os passos seguintes têm por objetivo assegurar o alinhamento perfeito e fechar a outra extremidade. Numa mesa com cabo de arrocho, é passado um cabo de aço em torno das aduelas, que as aperta ao se girar uma alavanca. Um a um, são colocados os restantes dos arcos do jogo de formas.

Para permitir trabalhar as aduelas sem danificá-las, bem como assegurar sua vedação, é preciso amolecer a madeira. Com as sobras da madeira acepilhada é feita pequena fogueira e a barrica é colocada sobre o fogo, sendo girada sem cessar para evitar que queime. Quando o calor for perceptível no lado exterior da barrica, retorna-se a bater os arcos com a marreta e com o batedor de arcos até que estejam fixos.

Com as aduelas fixas, é hora de regularizar as bordas internas da barrica, usando-se o chanfrador (instrumento de corte inclinado). Apoiando-a na mesa com o cabo de arrocho, chanfra-se por primeiro a parte interna e, depois, as bordas. Para alinhar as bordas utiliza-se a plaina de mão ou a raspilha reta, obtendo-se o acabamento. Em seguida, com o frisador, forma-se uma cavidade onde será encaixado o fundo da barrica.

Com o auxílio de um compasso de ferro, determina-se o diâmetro da barrica para se obter o tamanho de seu fundo, que é serrado pela serra de quadra de forma chanfrada, visando o encaixe na cavidade prevista acima. Afrouxa-se o arco final para se colocar o fundo (que é posto de cima para baixo) e aperta-se novamente. Costumava-se fazer um mingau de farinha de milho cozido para reforçar a vedação dos frisos.

A borda do fundo é raspilhada para se colocar o arco definitivo, feito de fita de metal. Com a medida do arco, corta-se a fita de metal na tesoura de bancada. A seguir uma das extremidades é furada com uma ponteira, onde será colocado o rebite.

Com uma marreta de cabeça quadrada, bate-se em toda a extensão de um lado das bordas da fita. Tira-se a medida final do arco na barrica e coloca-se o rebite, que prenderá o arco no encaixe.

O jogo de formas é substituído pelos arcos definitivos, fixando-os com a marreta e com um batedor de ferro.

O acabamento é feito com a raspilha reta. O alisamento final é para que a barrica fique homogênea, pois apenas com a primeira raspilha ela não fica na mesma espessura.

Por último, chanfra-se a borda superior e faz-se o alinhamento com a raspilha de acabamento para se colocar a tampa. Com um pedaço de madeira se faz a trava da tampa e corta-se a tampa reclinada.


Instrumentos Utilizados na Oficina de Barrica









Instrumentos Utilizados na Oficina de Barricas


As peças que compõem a oficina de barrica do Parque Histórico do Mate foram confeccionadas na década de 1950, em Curitiba, pelo senhor Osório Ribas, antigo tanoeiro de Prudentópolis, que encerrou suas atividades por volta de 1970. A fabricação das barricas era artesanal.

Os instrumentos são os seguintes:

Raspilha convexa - instrumento de corte, com o qual se trabalha a parte interna da aduela. Confeccionada em aço temperado, com cabos de madeira. É utilizada no abaulamento das aduelas.

Raspilha reta
- instrumento de corte com o qual se trabalha a parte externa da aduela e nas bordas. Confeccionada em aço temperado, com cabos de madeira. Utilizada no abaulamento das aduelas.

Banco de tanoeiro - armação de madeira dotada de mecanismos de fixação das aduelas para o trabalho de abaulamento. Confeccionado em madeira, com reforços de metal.

Plaina de cavalete - conjunto utilizado para assentar as aduelas para o encaixe. Cavalete em madeira (canela), com lâmina de aço.

Tesoura de bancada - utilizada para cortar os arcos de metal que circundam a barrica. Fabricado em imbuia e aço.

Bigorna - base onde se chanfra os arcos de metal, batendo-se com um martelo de cabeça quadrada em apenas um dos lados da fita de metal, mas em toda sua extensão. Fabricada em aço.

Mesa com cabo de arrocho - Madeira com reforços de metal e fio de aço utilizado para unir as aduelas que circundam a barrica.

Jogo de formas de arcos
- conjunto de quatro ou cinco arcos de aço, de tamanhos variados, que serviam de medida para a confecção dos arcos definitivos, de fita de metal.

Grampo de madeira
- utilizado para segurar a forma de arco no momento de montar a barrica. Seu tamanho varia conforme a capacidade da barrica. Feito em madeira.

Chanfrador - instrumento de corte utilizado para desbastar as bordas das aduelas. Também servia para chanfrar (cortar inclinado para dentro) a tampa. Confeccionado em aço temperado, com cabo de madeira.

Frisador - utilizado para fazer a cavidade na parte interna da barrica, onde será encaixado o fundo. Feito em madeira com dentes de metal.

Serra de quadra
- utilizada para serrar o fundo e a tampa da barrica, que são cortados chanfrados (inclinados). Esta peça não existe no Parque Histórico do Mate.


Bibliografia


Abaixo listamos alguns trabalhos que podem ser encontrados na biblioteca Romário Martins do Museu Paranaense.

O Parque Histórico do Mate não possui biblioteca
!

AMORIM, Mário Lopes. Porto de Cima: Nos caminhos do Mate. Curitiba : Monografia de graduação do curso de História da UFPR.

ARRUDA, Gilmar. O trabalho paraguaio na Matte Laranjeira. IN: ARCA: revista de divulgação do Arquivo Histórico de Campo Grande/MS. Campo Grande, v.4, p.44-47, 1993.

BACILLA, Antonio. O drama do mate. Curitiba: Guaira, [s.d.], 277p.

CARNEIRO, David. "O grande inventor que o Paraná esqueceu: o Doutor Francisco de Camargo Pinto". IN: REVISTA PANORAMA, ano V, nº 167, pg. 11-13 e 57, Curitiba, abril de 1955.

CARNEIRO, David. A história da erva-mate. IN: REDE VIAÇÃO PARANÁ-SANTA CATARINA. Cincoentenário da Estrada de Ferro do Paraná (1885 - 5 de fevereiro - 1935). Curitiba: Impressora Paranaense, 1935, p.87-90

CARNEIRO, Newton. O mate nas artes luso-brasileiras. Curitiba: Editora da UFPR, 1966, 11p.

_____. Um precursor da justiça social: David Carneiro e a economia paranaense. Curitiba: s.e., 1965. 220p.

CARON, Lucrécia de Araujo. A Leão Júnior & Cia S.A.: pioneirismo da economia ervateira paranaense. In: Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. Curitiba, v.38, p.199-222, 1976.

CESAR, Hermínio da Cunha. Lenda da herva-matte sapecada. Rio de Janeiro : Olímpica, 1943, 62p.

CORREIRA, Manoel Francisco Ferreira. Quadro comparativo da exportação de herva-matte desde 1880 até 1892. IN: Notícia sobre o Estado do Paraná. Curitiba: Impressora Paranaense, 1893, p.28-30.

COSTA, Mario J.A. Paraná: contribuição para o estudo do commercio e das indústrias do Estado. Rio de Janeiro: Pimenta de Mello, 1913, 79p.

COSTA, Odah R. G. Ação empresarial do Barão do Serro Azul. Curitiba: Grafipar, 1981, 81p.

COSTA, Samuel Guimarães de. A erva-mate. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba (Coleção Farol do Saber), 1995, 86p.

CURITIBA, grande centro ervateiro. IN: Paraná econômico. Curitiba: Revista de Expansão econômica, 1941-1942, p.30.

EMBRAPA. Anais do X Seminário sobre atualidades e perspectivas florestais (sivicultura da erva-mate, Ilex paraguariensis St. Hill). Curitiba, 1985, 145p.

_____. Plantio da erva-mate. [S.l, s.d.] (Lembretes Florestais, Série erva-mate, 1).

_____. Poda da erva-mate. [S.l.,s.d.] (Lembretes Florestais, Série erva-mate, 2).

_____. Seleção de erveiras para colheita de sementes. [S.l, s.d.] (Lembretes Florestais, Série erva-mate, 3).

_____. Recepa ou rebaixamento de erveiras. [S.l, s.d.] (Lembretes Florestais, Série erva-mate, 4).

_____. Uso do poncho na colheita e transporte de erva-mate. [S.l, s.d.] (Lembretes Florestais, Série erva-mate, 5).

EMBRAPA. Produção de mudas de erva-mate por estaquia. Curitiba, 1989.

GEMAEL, Rosirene. Schroeder e Kirstein, rótulos antigos. IN: Boletim Informativo da Casa Romário Martins. Curitiba, nº15, outubro de 1975, p.1-11.

GRAÇA, Maria Elisa Cortezzi. Estaquia de erva-mate. Curitiba: EMBRAPA/CNPF, 1988, 6p.

A HERVA MATE. Logos: Órgão oficial do Centro Acadêmico da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, v.3, nº7, p.2-22, 1948.

HERVATEIRA Pontagrossense. IN: Album do Paraná. Curitiba: s.e, 1927, p.70-72.

A INDÚSTRIA do mate em Prudentópolis. IN: O Município de Prudentópolis. Curitiba: Governo do Estado do Paraná, 1929, p.28-30.

AS INDÚSTRIAS da herva-matte e do pinho progridem. Album do Paraná. Curitiba, v.2, n13, p.28-31. [s.d.].

I.N.M. Sociologia do mate. IN: 1º Centenário da Farmácia Stellfeld: 7 de abril, 1857-1957. Curitiba: Farmácia Stellfeld, 1957, p.79-81.

KLOBUKOWSKI, Estanislau. Recordações de viagem: erva-mate. Anais da Comunidade brasileira-polonesa. Curitiba, cap. 6, v.4, p. 69-78, 1971.

LARSEN, Gilberto. Mate: um século de ouro na economia do Paraná. Rumo Paranaense. Curitiba, v.7, n.84, p.8-11, agosto de 1981.

LEÃO, Ermelino Agostinho de; MACEDO, José Ribeiro de. Notícia sobre a herva matte do Paraná. Curitiba: Impressora Paranaense, 1900, 17p.

LEÃO JÚNIOR & CO: productores, fabricantes, exportadores de herva matte, madeira e café. Curitiba: Impressora Paranaense, 1900, 17p.

LEITE, Francisco. O mate é nosso. Revista do Instituto Histórigo e Geográfico de Paranaguá. Paranaguá, v.2, n.12, p.13-15, jul/dez, 1957.

LEITE QUENTE. "Passe a cuia, chê! ". Revista da Casa da Memória de Curitiiba. Curitiba: 1 (2), junho de 1989.

LINHARES, Temístocles. História econômica do mate. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1959, 522p.

_____. Paraná Vivo. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1953, 160p.

MARÉS DE SOUZA, Fredericindo. A origem do Chimarrão. Boletim do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. Curitiba, v.10, p.32-39, 1969.

MARTINS, Alfredo Romário. Ilex matte: chá sul americano. Curitiba: Graphica Paranaense, 1962, 309p.

O MATE. IN: Impressões do Brazil no Século XX: sua história, seu povo, commercio, indústrias e recursos. Londres: Llyd’s greater Britain, 1913, p.447-448.

O MATE, a economia e a civilização paranaense: esboço histórico. IN: 1º Centenário da Emancipação Política do Paraná: 1853-1953. Curitiba: Câmara de Expansão Econômica, 1953, p.182-184.

O MATTE, revista mensal do Instituto Estadual do Mate-Paraná. Curitiba, n.7, 1930.

MAZUCHOWSKI, Jorge Z. A cultura da erva-mate. Curitiba: EMATER, 1989, 36p.

_____. Manual da erva-mate. Curitiba: EMATER, 1989, 104p.

MUSEU FERROVIÁRIO. Uma empresa sem memória não pode traçar seu caminho. Curitiba: Rede Ferroviária Federal, Superintendência Regional de Curitiba, 1982, 86p.

OLIVEIRA, Marisa Correia. Estudo da erva-mate no Paraná: 1939 - 1967. Curitiba: Dissertação de Mestrado em História UFPR, 1974.

PARANÁ. Instituto do Matte. O matte: saboroso chá brasileiro. Curitiba: Impressora Paranaense, [s.d.], 49 p.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. Câmara Setorial da erva-mate - princípios e funcionamento básico. Curitiba:1997.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. Plano Estadual da erva-mate: demandas e recursos priorizados a nível dos pólos regionais. Curitiba: junho de 1997.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Cultura. Artesanato de Prudentópolis/Coordenadoria de Pesquisa e Documentação. Curitiba: 1994. 32 p.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Norma técnica especial Erva-mate (Ilex paraguariensis). Curitiba:1991.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde. Norma técnica higiênico-sanitária para a erva-mate. Curitiba:1993. 20p.

PARELLADA, Cláudia Ines. Análise da Malha Urbana de Vila Rica Del Espiritu Santo (1589 - 1632)/Fênix-PR. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, v. 5, 1995, p. 51-61.

PENA, Eduardo Spiller. Erva-mate: sangue verde. Curitiba: Secretaria Municipal de Cultura/FCC, 1988.

PUPO, Antonio L.S.; BITTENCOURT FILHO, Arthur. Manual técnico de plantio da erva-mate. Guarapuava: Prefeitura Municipal, 1983, 15p.

REFERÊNCIA em planejamento. "Do ouro à soja". Revista da Secretaria de Estado de Planejamento do Paraná. Curitiba: ano 1, 3º trimestre de 1976, nº 6.

RÜCKER, Neusa Gomes de Almeida. Análise do agronegócio erva-mate. Curitiba: Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, 1995. 38p.

SILVEIRA NETO, Manoel Azevedo de. Do Guayra aos Saltos do Iguassú. Curitiba: Typ. do Diário Oficial, 1914, 137p.

SOARES, Antonio Joaquim Macedo. O mate do Paraná. Rio de Janeiro: Imperial Institut Artístico, 1875, 19p.

STURION, José Alfredo. Produção de mudas e implantação de povoamentos com erva-mate. Curitiba: EMBRAPA-CNPF, 1988, 10p.

THE STORY of herva matte "Brasilian tea". Information Concerning Curytiba. N.4, p.1-18, 197?.

URBAN, Teresa. O livro do mate. Rio de Janeiro: Salamandra, 1990, 93p.

VIEIRA, Maria Christina de Andrade. "Quem foi o Barão?". IN: SUPLEMENTO ESPECIAL DO INFORMATIVO DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PARANÁ, nº 1470. Curitiba, 20 de maio de 1994.

WACHOWICZ, Ruy. Universidade do mate: história da UFPR. Curitiba: APUFPR, 1983, 189p.

ZANON, Ayrton. Produção de sementes de erva-mate. Curitiba: EMBRAPA-CNPF, 1988, 8p.
Recomendar esta página via e-mail: