Em cartaz

 

Confira as exposições em cartaz no Museu Paranaense: 

Encontros

MOSTRA TEMPORÁRIA | Espaço vitrine

A instalação “Encontros” é uma proposta do artista baiano Augusto Leal, contemplado pelo III Edital de Ocupação do Espaço Vitrine do MUPA. "Encontros" é uma experiência de produção colaborativa com o público visitante. A partir da frase: “Convide uma pessoa para pintar a sua sombra, preferencialmente um desconhecido. Pinte do jeito que quiser", o artista convida o público para uma ação essencialmente coletiva, onde precisamos ficar parados, dependendo do outro para que a tarefa se realize. Do início ao fim da exposição, a imagem composta terá a expressão e o registro dos diversos corpos da comunidade de visitantes do MUPA.

mau da língua

MOSTRA TEMPORÁRIA | Anexo do museu

mau na língua é uma mostra individual com trabalhos inéditos do artista norte-mineiro davi de jesus do nascimento. Nascido em Pirapora (MG), às margens do Rio São Francisco, o artista tem se dedicado a criações que versam sobre a passagem do tempo, a memória, o humano e o orgânico. Surgem em suas obras temas como a afetividade e pertencimento em relação à vida ribeirinha, em toda a sua pluralidade de águas, gentes e terras. A mostra é composta de trabalhos desenvolvidos especialmente para a exposição, como fotografias, vídeo, esculturas, objetos, desenhos e falas, além das “águas guardadas”, “aguamentos barranqueiros”, que marcam a identidade do artista e da exposição. 

Objeto Sujeito

LONGA DURAÇÃO | Anexo do museu

Objeto Sujeito é uma mostra de longa duração que põe em diálogo os trabalhos de doze artistas brasileiros contemporâneos com o acervo histórico do museu. A exposição é uma incursão profunda na trajetória do MUPA e na história do Paraná, a partir de eventos históricos que ganham novas camadas de interpretação no presente. São mais de 140 obras e itens do acervo postos em relação com as obras – em sua maioria inéditas – de Arthur Palhano, Clara Moreira, C. L. Salvaro, Érica Storer, Frederico Filippi, Gustavo Magalhães, Gustavo Caboco, Isis Gasparini, Josi Souza, Laryssa Machada, Pedro França e Willian Santos. As diferentes linguagens, como fotografia, pintura, escultura e vídeo, mobilizam, a partir do acervo, temas como a instituição museal, a transformação da paisagem, a literatura simbolista, a exploração ambiental, o esporte e a política. A mostra é realizada pelo coletivo curatorial formado por Pollyana Quintella curadora convidada, e Felipe Vilas Bôas e Richard Romanini, da equipe do MUPA.

Mejtere: histórias recontadas

LONGA DURAÇÃO | Anexo do museu
Mejtere: histórias recontadas é uma exposição de longa duração, resultado de projeto de curadoria compartilhada entre a instituição e indígenas. A mostra reverbera uma pluralidade de vozes indígenas, que refletem novas perspectivas sobre as coleções etnográficas do museu a partir do encontro do grupo de estudantes indígenas com o acervo do MUPA.  
Curadoria de Robson Delgado (Baré), Ivanizia Ruiz (Tikuna) e Camila dos Santos (Kanhgág), acompanhada pela equipe do MUPA formada por Josiéli Spenassatto e Giselle de Moraes.

Lange de Morretes: entre-paisagens

LONGA DURAÇÃO | Sala Monográfica - Edifício Histórico
Com curadoria de Marco Baena, a exposição "Lange de Morretes: entre-paisagens" apresenta um significativo conjunto de obras do artista paranaense Lange de Morretes, como pinturas , desenhos de paisagens e autorretratos, além de materiais relacionados às suas investigações científicas na área de Malacologia (estudo de moluscos). 

Ante ecos e ocos

LONGA DURAÇÃO | Anexo do museu
Ante ecos e ocos é uma exposição de longa duração que apresenta a cultura afro-brasileira por meio de um recorte mais local, abrangendo as heranças africanas no estado do Paraná, a partir de objetos que integram o acervo do Museu Paranaense. Seis núcleos principais desenham a narrativa dessa mostra que aborda o quilombo, o carnaval, a religiosidade, a congada, o período do pós-abolição e a capoeira. Esses conjuntos são formados por vídeos, fotografias, documentos históricos e outros materiais da história afro-paranaense sob a guarda do Museu, mas que tiveram seus hiatos e ausências preenchidos por meio de uma busca ativa da equipe de pesquisa por conteúdos complementares aos já existentes. Para isso, foram realizadas novas aquisições de esculturas, pinturas, bandeiras e até instrumentos musicais, todos relacionados à cultura negra e suas expressões. 

Curadoria de Bruna Reis, Diogo Duda, Emanuel Monteiro, Fernanda Santiago e Geslline Giovana Braga, acompanhada pela equipe do Museu Paranaense formada por Richard Romanini, Josiéli Spenassatto e Felipe Vilas Bôas.

 

Nosso estado: Vento e/em Movimento

LONGA DURAÇÃO | Anexo do museu
A exposição é formada por dois eixos: Deslocamentos por dentro e Deslocamentos pela margem que se subdividem em 5 núcleos cada. O primeiro eixo propõe um mergulho na história de algumas das diversas comunidades que formaram o Estado do Paraná, desde migrantes relacionados aos deslocamentos históricos e contemporâneos, abarcando também experiências vinculadas a exílios indígenas (como o emblemático caso da etnia Xetá) e comunidades quilombolas. Já o eixo Deslocamentos pela margem é dedicado à cultura caiçara. Nele o visitante é convidado a conhecer a complexidade da experiência coletiva das comunidades caiçaras do litoral paranaense por meio de sua musicalidade, religiosidade e relação com seu território.
Os registros audiovisuais presentes na exposição passam a integrar o acervo documental do Museu Paranaense, ampliando a diversidade de vozes e expressões populares e tradicionais desta instituição de 145 anos de existência. 

 

Ephemera/Perpétua

LONGA DURAÇÃO | Andar superior Palacete São Francisco
O que é efêmero? O que é perpétuo? O que representa a confluência de ambos? Essas indagações, de forma sutil ou ostensiva, estão apresentadas em cada um dos conjuntos expostos.
Com caráter amplamente multidisciplinar, a exposição traz mais de 180 peças do acervo do Museu Paranaense, que é um dos mais importantes da América Latina nos campos da antropologia, arqueologia e história. Sob muitos aspectos, esta é uma exposição antológica, cada um dos objetos selecionados do seu acervo para ser mostrado, conta mais do que uma história. Traz ao visitante reflexões acerca do sentido das coleções e dos colecionadores, pesquisa científica, tempo e memória, tendo como ponto de partida a história da própria instituição e acervos emblemáticos.
A mostra ultrapassa os limites do arqueológico, antropológico e histórico no que se especializou o Museu, e propõe correlações inesperadas. Da relação das gravuras do artista pernambucano Gilvan Samico com os mitos. Ao mostrar a trajetória de um pesquisador que quis ser enterrado em pé na sua cidade, revela que foi tão dedicado à ciência quanto a arte.
Esta é, portanto, uma exposição de exposições. Para muitos gostos e curiosidades. Para visitar e revisitar, como o faz com a sua própria história o Museu Paranaense, uma exposição de longa duração.

Conflitos Armados no Paraná

LONGA DURAÇÃO | Andar inferior do Anexo
A formação do Estado do Paraná, assim como a do Brasil, experimentou uma série de conflitos das mais diversas ordens. Palco e laboratório social, o Paraná foi forjado em processos de agregação e desacordo envolvendo ideias, culturas e posicionamentos.
Estes elementos estão presentes na exposição, com enfoque em três momentos cruciais: a Guerra da Tríplice Aliança, a Revolução Federalista e o Movimento do Contestado. Na exposição “Conflitos Armados do Estado do Paraná” você pode tomar conhecimento destes temas complexos por meio de objetos, fotografias e documentos, permitindo criar uma narrativa histórica crítica e atual sobre as contendas, suas origens, trajetórias e legados.

 

Numismática e cultura material:
Coleções do Museu Paranaense

LONGA DURAÇÃO | Andar térreo Palácio São Francisco
A numismática explora o campo do colecionismo, englobando a pesquisa cientifica dos vestígios do passado e da produção contemporânea manifestada tanto por objetos como por moedas, medalhas, cédulas, comendas, insígnias e fichas – acervo
que o visitante encontrará exposto - quanto pelo seu contexto de produção, circulação e reutilização em ambientes exóticos
à sua funcionalidade. 
Por meio dessas peças é possível observar um fragmento do nosso passado, pois revelam valores e comportamentos morais, técnicas artísticas e de reprodutividade, regras e escolhas imagéticas das sociedades de outrora que ainda ecoam no tempo presente. Ao longo de sua trajetória, o Museu Paranaense, destacou-se como bastião da vanguarda cientifica, criando coleções de estudos que auxiliaram gerações e pesquisadores e permitiram à sociedade paranaense conhecer seu passado e compreender os desdobramentos na contemporaneidade. Entre tais coleções destacam-se as numismática.